Artigos e notícias

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Inscrições Abertas para Estágio e para os Cursos de Especialização de 2016!

Abertas inscrições para a realização das Provas visando o preenchimento de vagas nos Cursos de Especialização/Aperfeiçoamento para o ano de 2016, no período de 14/10/2015 a 06/12/2015.

Poderão inscrever-se médicos formados em todo o Território Nacional, por Faculdade de Medicina Oficiais e Reconhecidas pelo Ministério da Educação (MEC), segundo a Resolução no. 1832-08.

Abertas também as inscrições para o programa de Estágio.

Maiores informações nos links Estágio e Pós-Graduação ou pelos telefones 3505-5265 e 3505-5266 (COREME – falar com Germana).

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Inscrições Abertas para Estágio e para os Cursos de Especialização de 2014!

Abertas inscrições para a realização das Provas visando o preenchimento de vagas nos Cursos de Especialização/Aperfeiçoamento para o ano de 2014, no período de 14/10/2013 a 06/12/2013.

Poderão inscrever-se médicos formados em todo o Território Nacional, por Faculdade de Medicina Oficiais e Reconhecidas pelo Ministério da Educação (MEC), segundo a Resolução no. 1832-08.

Abertas também as inscrições para o programa de Estágio.

Maiores informações nos links Estágio e Pós-Graduação ou pelo telefone 3505-5265 (COREME – falar com Germana).

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Credenciamento do CETEFI pela FBG (Federação Brasileira de Gastroenterologia)

A partir de 27 de setembro de 2013, o CETEFI – Centro Terapêutico Especializado em Fígado foi credenciado pela FBG – Federação Brasileira de Gastroenterologia como Centro de formação profissional e humanística de novos  interessados na especialidade. Essa aprovação aumentará a nosa responsabilidade que já era plena, ampliando-a. Foi uma grande conquista e, sobretudo, o reconhecimento sobre o nosso desempenho nesses 30 anos, sempre formando e diferenciando profissionais dessa área médica. Representa o segundo Serviço a ser credenciado pela FBG, sem ligação com uma Universidade, embora vários dos seus membros sejam Mestres, Doutores e até Professor Livre-Docente na especialidade, envolvidos na assistência e tratamento em nossos pacientes.

Obesidade, Síndrome metabólica, Diabetes mellitus, Esteato-hepatite não alcoólica, Cirrose e Carcinoma hepatocelular

O mundo desenvolvido ou não, vive uma epidemia de obesidade. Os seres humanos residentes nesses países cursam com risco elevado de desenvolvimento de síndrome metabólica de resistência à insulina. Em geral, essa população evolui com diabetes mellitus, hipertensão arterial, além de aumento dos níveis sanguíneos de colesterol (sobretudo da fração LDL e triglicérides) e de hormônios como grelina, adiponectina e lepitina. Promove-se assim grande afluxo de gorduras ao fígado, órgão que revela baixa capacidade de exportação de ácidos graxos e lípides ao mesmo tempo em que sintetisa excessivamente fosfolípides e esteres de colesterol.

Desses pacientes, cerca de 10% evoluirão com esteato-hepatite não alcoólica, 30% a 50% em 3 a 5 anos com fibrose que progride para cirrose e, finalmente carcinoma hepatocelular em 5 a 7 anos, tendência evolutiva que se mostra mais rápida quando são portadores do vírus da hepatite C, ou evoluem com hemocromatose genética com risco além de 2 a 3 vezes de desenvolvimento desse câncer primário de fígado. Esse quadro grave apenas pode ser bloqueado caso esses pacientes sejam tratados valendo-se de dieta hipocalórica (1.200-1.500 calorias ao dia), realizando atividade física visando reduzir o peso corpóreo e o volume abdominal. Em paralelo, esses pacientes devem ser tratados com estatinas (redutoras da hipercolesterolemia), metformina e tiazolidenidionas (sensibilizadoras de insulina) para controle da hiperglicemia, vitamina E (antioxidante), pentoxifilina (redutora dos níveis elevados de fator α de necrose tumoral), probióticos/antibióticos (redutores da endotoxemia portal), orlistat (inibidor de lípase gástrica e pancreática). Fundamental que se controle a hipertensão arterial valendo-se de diuréticos ou blooqueadores β adrenérgicos, inibidores de enzima conversora de angiotensina II ou bloqueadores do canal de cálcio. A não resposta a essas medidas e, sobretudo aqueles sem que ainda não apresentem cirrose hepática, poderão ser conduzidos através de cirurgia bariátrica, visando o emagrecimento e bloqueio dos distúrbios metabólicos que apresentam. Frise-se que alguns deles não responsivos a essas atitudes, deverão ser tratados via transplante de fígado, uma vez que desenvolvam sinais de insuficiência hepática. Preocupa nessa população de pacientes o risco de reinstalação de lesão sobre o parênquima hepático pós essa medida terapêutica extrema, ou seja, com recorrência da doença e acionamento do mesmo fluxo anterior evolutivo, agora mais grave, pois se encontram em uso de imunossupressão antirejeição do novo fígado.

P.S. Dados mais extensivos sobre o tema procurar no livro publicado no CETEFI, “Como se Comportar Diante de Pacientes com Doenças Hepáticas”, da Editora Revinter: Rio de Janeiro 2009, p. 79.